Eu sei... as vezes eu também erro.
Frequentemente? E daí? Não tenho o direito?
Quem está aí pra me julgar? Quem és?
És um alguém que me condenava por querer? Por chorar?
Até agora ninguém perguntou o que EU penso. Danem-se.
Se tranquem em seus mundinhos infelizes, sim, POIS SÃO, e deixem-me em paz.
Eu quero viver, pensar. Livre, em paz.
Se me acusam por ser tão friamente cauculista, ao menos não estou a acusar.
Não, ao menos, o que chorou por amar.
Infeliz. Era. Infeliz era. Porque não conciliar?
Me conciliar a mim mesmo é fácil.
Difícil é fazê-lo a você, que pouco se importa.
Mas novamente, já não importa mais.
Estou em equilíbrio com minhas duas chagas.
Uma em cada lado do peito, esmagando meu coração, bombeando meu sangue.
Se pra mim isso é viver, é assim que eu vou viver.
Com um sorriso humilde nos lábios e com a certeza de que não senti por ninguem mais do que mereciam.
Palavras revoltadas e incondicionais de alguém extremamente feliz em sua situação extremamente humilhante e decadente.
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