Isso, a seguir, pode referir-se a pessoas, do qual sentiram-se na situação já.
Como ativo ou passivo. Mas passaram.
Como somos insignificantes:
Acreditamos realmente que somos capazes de mudanças.
Insignificantes e altruístas;
Quando realmente não somos capazes nem de tornar melhor nosso próprio ambiente.
Claro, tudo é relativo, mas quão relativo é um mundo onde estamos, a um lado tão soberanos e ao outro, tão miseráveis?
Será realmente que a possibilidade de margem está tão fora do razoável a modo de acharmos que a relatividade é aceitável?
Que as diferenças não têm necessidades de serem consideradas, e que passamos muito além de indiferentes?
Não que ser oposto ou desigual seja eternamente ruim, porém, seria insuficiente tratarmo-la com desrespeito, que é como agimos.
A futilidade que se demonstra, ou melhor, que nos habita, já chegou a tal força que se torna praticamente impossível a parceria e faz da concorrência um hábito irresistível, do qual seguimos felizes e contentes, e satisfeitos.
E nos achamos certos, totalmente dentro do direito.
Caso a constituição fosse séria e tivesse alguma credibilidade, diria eu, somos todos iguais ao sentido liberdade, direito e respeito.
Mas quando não podemos contar com esse apoio moral, civil e ético, nada temos mais a fazer do que sermos também indiferentes.
É isso que vocês querem para sua vida?
A decisão é só sua dentre as alternativas:
ter e merecer respeito ou adquiri-lo sem o dar, e viver no lendário olho por olho, dente por dente.
De mais um dos quais representam a humanidade, visceral e miseravelmente, inconformado, porém adepto a toda essa injustiça cabaçal, e com todo o prazer do medo de ser feliz,
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário