Cantarei a canção mais louca, a canção mais mórbida, a canção mais lúcida....
Meus gritos ecoaram em becos de bairros simples,
e aquela criança que chora, no meio da noite,
terá motivos concretos, então pra morrer!
Sou a esperança de quem a anseia,
sou a morte da voz, sou o futuro da crença:
Eu sou aquele em que você não acredita,
mas sou aquele que te destrói...
Eu sou o fim da sua vida, o começo do seu karma,
apareço quando você não quer e levo quem não espera.
Eu sou um Deus, eu sinto, eu penso, eu mato...
Minhas palavras, oh, que me deixam em ruínas,
pobres de espírito, porcas de alma...
Retratam tão bem o meu ser,
querem tão mal minha mente.
"Morte que talvez, seja o segredo dessa vida"...
Tão distante, tão irrelevante, tão fatal,
vire a cara, e eu te corto.
Minha faca é meu olhar,
minha metralhadora??? meus julgamentos em frases monossílabas!!!
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