sexta-feira, 21 de novembro de 2008

A vida como ela deve ser. Ou como eu quero que seja.

Cada dia mais eu percebo que sou um limítrofe. Minha vida é tão inconseqüente e imprevisível quanto meus amores. Me infarto diariamente com infinitas possibilidades que se apresentam ao meu ser, e quero devorá-las todas de uma só vez, numa tentativa inútil de absorver todo o mundo a minha volta.

Sou um buraco negro, com alta atratividade, alta periculosidade e vazio. Sou um infiel dos conceitos humanos e um adepto ao bom proveito da vida. Momentânea, efêmera e cheia de oportunidades vida que se apresenta pra quem quiser tê-la.

Mesquinho, isso também sou. Do meu destino, sou o próprio dono. Controlo cada passo que os outros dão para que eu possa andar livremente pelo mundo que crio, onde só existe a percepção de que tudo é alegre e todos são felizes.

Então eu penso: pra que ser diferente? Tudo é tão cheio de graça, tão belo de se viver. Quero curtir minha insanidade, meu momento, meu prazer.

Sou cheio de amores inconstantes, meus impulsos me trazem tantas conquistas de minutos que me apaixono diversas vezes por dia e isso nem nada quer dizer. Altos e baixos críticos é parte de tudo aquilo que me faz forte, de cada momento de vida que eu inspiro e de cada sorriso alegre que eu solto por quem valha a pena.

Quero viver minha vida infinita, intensa, peculiar e inexata a cada momento.Quando for o momento de parar, vai ser o momento de minha morte, porque não vou me permitir não ser feliz, por mais nem um dia, senão por aprendizado ou pra um dia realmente poder dizer, de coração: Eu sou eterno.

2 comentários:

Unknown disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Unknown disse...

André!

Adorei seu blog... cara, vc é de tudo um pouco... até escritor?! rs
Belíssimas reflexões...

Bjs da Bá

PS. tbém sofro de insonia... ahahahah